quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Estancia - Barco de Fogo é Cultura!


hahah cadê o rojão...eitha ca*a**o! heheh meu primo Fábio Nascimento! http://www.facebook.com/profile.php?id=100000088878829

Loucuras... Ajudar o peixe!

Loucuras...Homenagem ao MTV! Nice

Loucuras...Homenagem ao pânico na TV!

O pó...

Os meus olhos viram os garfos que em seu nó me fizeram as aspas
As cores do gramado fazem as pazes e as pazes fazem os gatos em sangue azul deste mundo nú
E os filmes de Gás não me cruz e o gosto do angus na luz do santos
As folhas de mantos e o arco em cantos 
Os gritos aos prantos 
São tantos
E os ventos bêbados derrubam minha casa de caracol
E as flores murcham quando eu as vejo chorar
Cartas a mesa
Caneca vienesa
Em seu olho grandeza em enfeites do guaraná
E o pó que ficou no boteco
Guardei em baixo do meu cobricô!

O Mar em agonia!

 por Jhonata Nascimento, sexta, 16 de Setembro de 2011 às 14:48

"O sal sem sol de mar corria as ondas de areia em vento solo devaneia.

O instrumento litoral é a vara gradual que sobe o anzol em minha carne
E desastre o meu ser
Em tua casa de Barco
A sombra me ouve e chove tempestade em meu coração
Os olhos do furacão me arrancão os seios da mão em forma de gota
E os frios em queimor trazem a dor mais sem flor nem espinho
é um ninho de ave gaviota
É o lobo do mar sem sobra onde navegar
Um peito de cruz ao verdejar em mar
Só Mar
Casando as pedras das costas nas costas em dor de sangue amargo
Chocolate Amargo!
Um Vazio de Arrepiar os tentaculos
Um Calor de Rachar meus sentimentos
E Viver mais uma vez
Sem o seu amor!"

Cadaço Sem Laço

por Jhonata Nascimento, sexta, 16 de Setembro de 2011 às 15:01


Veja bem minha Flor
Se eu sou o que sou
É Por que com você estou!
As veias que me passam teu sangue
Os olhos que me chamam são os seu que me amam.
As Cores da chama
São vermelhas e ardem a pele
Me fazem prazer
Me apague!
Me pegue!
Sou braza em fogo!
Sou chama me chama
Me agara na casa!
Eu Vi tudo passar tão rápido
Mas meus olhos me mostram o teu brilho.
E o peito bateu mais alto
E senti o preço do amasso.
Sem Você sou um simples par de cadaço sem laço...

Soberania

Naquele dia, no meio do jantar, eu contei que




tentara pegar na bunda do vento — mas o rabo

do vento escorregava muito e eu não consegui

pegar. Eu teria sete anos. A mãe fez um sorriso

carinhoso para mim e não disse nada. Meus irmãos

deram gaitadas me gozando. O pai ficou preocupado

e disse que eu tivera um vareio da imaginação.

Mas que esses vareios acabariam com os estudos.

E me mandou estudar em livros. Eu vim. E logo li

alguns tomos havidos na biblioteca do Colégio.

E dei de estudar pra frente. Aprendi a teoria

das idéias e da razão pura. Especulei filósofos

e até cheguei aos eruditos. Aos homens de grande

saber. Achei que os eruditos nas suas altas

abstrações se esqueciam das coisas simples da

terra. Foi aí que encontrei Einstein (ele mesmo

— o Alberto Einstein). Que me ensinou esta frase:

A imaginação é mais importante do que o saber.

Fiquei alcandorado! E fiz uma brincadeira. Botei

um pouco de inocência na erudição. Deu certo. Meu

olho começou a ver de novo as pobres coisas do

chão mijadas de orvalho. E vi as borboletas. E

meditei sobre as borboletas. Vi que elas dominam

o mais leve sem precisar de ter motor nenhum no

corpo. (Essa engenharia de Deus!) E vi que elas

podem pousar nas flores e nas pedras sem magoar as

próprias asas. E vi que o homem não tem soberania

nem pra ser um bentevi.






Texto extraído do livro (caixinha) "Memórias Inventadas - A Terceira Infância", Editora Planeta - São Paulo, 2008, tomo X, com iluminuras de Martha Barros.

Sou Feliz!

por Jhonata Nascimento, sexta, 16 de Setembro de 2011 às 18:05
O Jardim de flores almadas
Veio em forma quadrada
e senti uma fina espada cortar
meu intimo em pedaços amansos cansados.
Eu vi no Olho gordo
A pequena de sua cria
O feitor se guia
O freio a mão dizia
Parando as sombras do dia
Mas o Sol me falou de novo
E hoje sou mente sou povo
E quero que aconteca mais uma vez
Ver seus dentes encostar nos meus
Ver o Dia me dizer sou Seu!