"O sal sem sol de mar corria as ondas de areia em vento solo devaneia.
O instrumento litoral é a vara gradual que sobe o anzol em minha carneE desastre o meu serEm tua casa de BarcoA sombra me ouve e chove tempestade em meu coraçãoOs olhos do furacão me arrancão os seios da mão em forma de gotaE os frios em queimor trazem a dor mais sem flor nem espinhoé um ninho de ave gaviotaÉ o lobo do mar sem sobra onde navegarUm peito de cruz ao verdejar em marSó MarCasando as pedras das costas nas costas em dor de sangue amargoChocolate Amargo!Um Vazio de Arrepiar os tentaculosUm Calor de Rachar meus sentimentosE Viver mais uma vezSem o seu amor!"
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O Mar em agonia!
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